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quarta-feira, 14 de novembro de 2012





FESTA DA CRIATIVIDADE


Escola Helena Pupim Albanez

Projeto SEBRAE

Com idéias simples mas que dão certo,aliadas a criatividade dos professores  e a participação das crianças,  com a parceria da Comunidade e das equipes gestoras e administrativas aconteceu na Escola Municipal Helena Pupim Albanez a 1ª Festa da Criatividade.
A Festa foi resultado de um Projeto SEBRAE chamado "Jovens empreendedores",desenvolvidos nas salas de aulas de 1º ao 5ºanos.
Foi uma noite muito agradável e perfumada pelos sachês e frascos de sabonetes  líquidos dos 1ºs anos da Escola.
Ali também tínhamos aromas dos chás vendidos em saquinhos .
A Festa foi um sucesso.Obras de arte produzidas pelas crianças da Educação Infantil,inspiradas em obras de Tarsila de Amaral e Pablo Picasso entre outros,com muito capricho,criatividade e beleza.
Para agradar o paladar, stands de doces, como os deliciosos brigadeiros e bombons de leite Ninho,entre outros.
Stands de bijouterias de boa qualidade vendidas a preço de custo,livros de Literatura Infantil e gibis.
No pátio,uma variedade de comes e bebes.
As famílias compareceram e prestigiaram o Evento,com muita alegria e emoção de ver os seus filhos e filhas vendendo os produtos que produziram junto aos professores e professoras.
Esse é um exemplo de Escola que funciona e proporciona lições de vida e memórias agradáveis.








































quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A Escola que queremos...


Violência simbólica e pequenos delitos



"O cinismo e o desinteresse em relação a existência do outro abrem frestas para o desrespeito  e a violência" .
De que violência estamos falando?
Estamos falando da violência simbólica e nunca admitida daquele que ainda abriga em sua cabeça preconceitos e condicionantes de um Brasil cheio de ranço do escravismo.
Não é uma violência gerada pela transformação de valores da sociedade. Os valores universais são criações históricas e se modificam com base nas relações entre indivíduos e grupos na sociedade, como diz Rios (2012), na revista Gestão Escolar de outubro.
Chegar atrasado costumeiramente,  não se interessar pelas reuniões de pais, abrigar preconceitos contra a Comunidade escolar, ainda baseado na ótica de imagina-los sem saberes e sem cultura, são violências simbólicas.
Perdoar pequenos delitos de professores só porque tem poder aquisitivo maior e desprezar professores que vem de um extrato social popular, com menor poder aquisitivo, desrespeitá-los na frente de alunos também é violência simbólica.
A sabedoria das vivências de mães e pais que criaram filhos numa moral de bons costumes e bons valores sem nunca ter sentado num banco escolar  é mais útil e bela do que um amontoado de teorias, não desprezando o que traz o conhecimento histórico acumulado.
Estamos vivendo naquilo que pontua Rios numa “cultura da razão cínica”.
Prejudicar o outro, no vale-tudo, praticar buliyng, são manifestações perversas da violência simbólica.
Devemos ficar atentos para não praticar violência simbólica contra quem quer que seja, pois a violência e o delito são como bumerangues. Acaba voltando.
Fonte: Gestão Escolar, out.2012, Editora 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

CIRCUITO PERVERSO E REAÇÃO CORTICAL



Circuito Perverso e reação cortical



Indago-me se o professor pode realmente ter uma reação cortical se a ação da Direção é um reforço positivo para a alimentação do Circuito perverso.
As crianças, como diria a Coordenadora Sônia, que atualmente trabalha no GE, “sacam" tudo o que acontece.
Se a Diretora ou a Coordenadora entra na sala e desautoriza a professora, as crianças percebem a fragilidade da relação e inclusive começam a fazer coisas de caso pensado para prejudicar a professora.
Dantas resumiu que o circuito perverso se instala quando o individuo não consegue agir de forma corticalizada e realmente as crianças tiram a gente do sério.
Que Deus e bastante reação cortical ajude a nós professores, que temos uma visão das coisas fundamentadas em estudos e pesquisas em contraponto as ações tradicionais onde bater na mesa e bons berros resolveriam tudo.
A teoria sem a prática não é nada, mas uma teoria nova com manutenção de práticas ineficientes e mantidas porque são tradicionais causa estragos consideráveis.
Só Jesus ( e a reação cortical ) na causa.



domingo, 19 de agosto de 2012

Páginas amarelas da Veja: entrevista com um educador






 Não ficou clara para mim a postura elitista de João Batista Araújo de Oliveira em relação as suas falas contra os Pedagogos.
Começa com Paulo Freire e termina com Rubem Alves”, foi essa sua colocação. Ele cobra uma formação técnica em contraponto a um ensino acadêmico, como se nós, professores, pudéssemos alterar as diretrizes curriculares que nos são impostas.
Em um segundo momento, fala da falta de nível entre os profissionais do Magistério. Talvez ele se reporte a popularização do ensino, onde pessoas de extratos sociais desfavorecidos economicamente ascendem a postos de comando, pois o professor e a professora, mesmo em face de sua desautorização, é um líder, um administrador das relações ensino aprendizagem.
Quando se refere a “quintuplicação’ dos salários docentes, esquece que ficamos cinco anos dentro de uma Universidade, tendo uma formação que nos é imposta e vamos praticar o nosso ofício, ganhando o mesmo que um motorista da prefeitura que nos contrata.
Detalhe: tal funcionário, respeitando suas atribuições e o seu papel social de grande relevância não tem o Ensino Médio completo.
Para finalizar, eu, que sou oriunda de uma classe de trabalhadores, enfrento o estigma e o preconceito de gente que pensa como esse senhor.
O IDEB da escola que eu trabalho subiu de 4,9 a 6,12, com a minha atuação, somada a dos meus colegas, e continuo sendo perseguida e desautorizada, por questões políticas e econômicas, passando pelo crivo da elitização do ensino.
Trabalho com Alfabetização e com Letramento. Um aluno que não consegue se alfabetizar corretamente, não participa das práticas de Letramento, se estamos falando do mesmo assunto.
Quando alguém ataca uma pessoa que saiu da pobreza material e cultural e conseguiu uma formação, esquece que “os filhinhos de papai e de mamãe” não se esforçam para ter um bom nível de formação profissional, porque tudo lhes é facilitado.
Existe a possibilidade de ao trabalhar com a Educação não querer dotar os filhos da classe pobre de um ensino de qualidade, pois se eles e elas conseguirem um bom nível de capital cultural, podem pegar as vagas deles em Concurso de Provas e títulos.
Por outro lado, concordo com João Batista Araújo e Oliveira, quando ele fala de uma distribuição de tablets entre os professores.
Dinheiro jogado fora, pois o livro didático, se usado corretamente, proporciona um nível de ensino de qualidade atrelado às práticas corretas de pesquisa e busca de material didático adequado, somado as apostilas como as do Positivo e do Projeto Ler e Escrever dá uma boa base se o professor e a professora quiser trabalhar.
Uma calamidade é constatar que em algumas escolas, os livros didáticos ficam encostados, trancados dentro do armário, e também é dinheiro jogado fora.
Os equipamentos de informática, computadores bons e novos, estão também trancados, pois para alguns alunos, não são acessíveis já que em algumas escolas, alguns gestores tem medo dos alunos estragarem o acervo e professores despreparados não conseguem ministrar uma aula de qualidade.
Na Gestão do Secretário da Educação, Professor Rubens Cruz,em Assis, São Paulo,  os professores e as professoras estavam tendo capacitação para trabalharem Informática com as crianças.
Um dinheiro que escorreu pelo ralo, pois foi contratado um especialista no assunto para trabalhar com as crianças e ele ou ela não pode atender muita gente.
Uma fatia considerável da clientela escolar fica de fora, ocasionando a "exclusão digital" e isso é muito grave, do ponto de vista social e econômico.


domingo, 5 de agosto de 2012

Infância roubada


Gilza Garms, do Departamento da Educação do Curso de Pedagogia, da UNESP de Assis, um dia, iniciou a sua aula, do Curso de Habilitação do Magistério para a Educação Infantil com esses termos: Infância roubada.
Utilizando um texto de Sônia Kramer, ela nos falou de crianças que vivem dentro de esgotos e de crianças que são adultizadas precocemente, utilizando maquiagem, sapatos de salto alto, e que gastam muito dinheiro em salões de beleza.

Esses dois grupos de crianças tem a sua infância roubada.
Crianças que entram na escola e não conseguem se alfabetizar ou se tornam analfabetos funcionais, também tem a sua infância roubada. Não apenas a infância, mas a adolescência, a vida adulta,
Crianças que são vítimas de maus tratos, abusos sexuais, privação de afeto, alienação parental, falta de alimentos, higiene precária ou inexistente, moradia inadequada.
É evidente que toda criança que sofre maus tratos na infância tem uma possibilidade maior de ser um adulto agressor.
O livro de Michael Lewis “Alterando o destino” que trata da forma como educamos as nossas crianças pontua que devemos respeitar a vontade da criança e conduzi-la não como um sujeito refém dos seus estágios de desenvolvimento, mas, sobretudo alguém que tenha direito de fazer as suas próprias escolhas desde a mais tenra idade.
Isso não quer dizer que as crianças devem ser entregues a si mesma, sem a direção ou a orientação dos adultos, mas sim, que o professor consiga enxergar o seu papel de mediador na aquisição do ensino e ser colaborador e construtor e tratar a criança como um sujeito de direitos e deveres, mostrando a ela que pode modificar sua história de vida se assim o quiser.
Penso que as instituições públicas devem investir na criança, pois uma criança na escola recebendo alimentação, dignidade e educação adequadas é um adulto a menos em uma cadeia no dia de amanhã.
Peço ao Senhor Secretário da Educação em Assis que não interrompa o Projeto Beija Flor, pois ali vidas são reconstruídas e novas histórias podem ser contadas.
Sugiro a Professora Ângela Canassa, caso seja eleita Prefeita de Assis que continue o excelente trabalho social desenvolvido na sua Gestão como Secretária da Educação.
Solicito também ao Departamento de Psicologia da UNESP de Assis que crie cursos de formação continuada  do desenvolvimento infantil para que se entenda de forma científica como são as estruturas cognitivas, afetivas e culturais das crianças e como os professores podem, a partir desse conhecimento, ter um norte mais adequado para trabalhar com as crianças com dificuldades de aprendizagem e alunos superdotados.
O Brasil hoje conta com uma mulher na Presidência e ainda que se circule boatos de que a nossa Presidenta seja a favor do aborto, ela tem estado a frente de políticas públicas para atender as crianças de baixa renda.

Mas não é necessário somente dar o peixe, é necessário ensinar a pescá-lo.
Estimular a população na busca do conhecimento que liberta suas vidas da miséria e da opressão.
Imagino que quando Fernando Capovilla acusa a Psicologia de omissão no atendimento das crianças brasileiras, ele o faz em parte porque tem certa razão, e em parte porque essas abordagens são evitadas, por serem complexas e difíceis de trabalhar.
Mas existe o ponto de partida e eu, como Professora, ciente da minha situação de devir professora e visualizando o meu aluno como devir aluno, parto desses devires para colocar uma minhoquinha do bem  nas cabeças das pessoas conscientes que estão lendo esse Blog.
Uma minhoquinha que não é caraminhola, mas que é a secreta esperança que a infância de nossas crianças não seja mais roubada, mas acrescentada e vivenciada na sua forma mais plena.*

sexta-feira, 27 de julho de 2012

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Ler... é preciso





Como diria a nossa célebre Elianeth Kantack, Ler é preciso, (e eu completo humildemente,mais humilde que demente. Embora o alimentar-se de Educação já me move o juízo), a informação que fica absorvida da leitura não é precisa.
Cada um recebe o alimento de um jeito, e como diria a amada Nina Horta, nem todo alimento sabe bem ao estômago.
Tenho muitos projetos,um compatíveis outros incompatíveis.Mas planejar também preciso.
Como minha criança vai receber o meu planejamento, se a minha aula
vai  ser feliz, só Deus sabe.
Mais um Projeto. E se der certo, novas fotos irão colorir meu blog.


Parceria entre família e escola
Trabalhar Projeto de Leitura
Projeto de Leitura

VOCÊ É O LEITOR
Objetivos
·      Incentivar a Cultura leitora entre as famílias de nossas crianças:
·      Incentivar práticas de leitura entre as famílias;
·      Despertar nas famílias a co-construção do Processo Ensino Aprendizagem de nossos alunos;
Material:
·      Livros de Leitura do acervo da escola a disposição das famílias;
·      Fantoches
·      Lápis de cor, cadernos de Artes, sulfite para reprodução da história contada;
·         Sugere-se que o leitor ou a leitora comece um desenho coletivo;


Conteúdos
·      Sala de aula
·      Grupos de alunos e alunas
·      Professora como mediadora
Avaliação
Ao final do ano,espera-se que as famílias tenham aumentado a solicitação de material de leitura para suas crianças.
È previsto também que se expanda o interesse das famílias pela sua própria formação intelectual;
Formação De Bons Hábitos
Promover e incutir hábitos e técnicas de estudo, participação em aula, leitura e aprendizagem colaborativa, entre outros se constituem em objetivo primordial da escola. – afinal, a escola deve ensinar o aluno a aprender a aprender.
Estas práticas normalmente devem ser feitas de forma sistemática, através das atividades rotineiras de ensino. É assim que o professor vai ensinando e habituando o aluno a acompanhar as aulas, a participar ativamente das atividades individuais e de grupo, a trabalhar em projetos com metas e duração determinadas, a adquirir métodos de consulta a dicionários, enciclopédias e fontes de informação.  A prática de resumir e sintetizar informações, fazer trabalhos de casa de forma independente, a estudar sozinho e, sobretudo, a desenvolver o gosto e o hábito pela leitura são práticas que devem ser desenvolvidas tanto na escola como nas famílias. Os gestores das escolas devem promover programas especiais para desenvolver esses hábitos e para ajudar os pais a apoiarem os filhos, constituindo-se em medidas preventivas e eficazes.


domingo, 24 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Projeto Ler e Escrever

Cozinhando na escola


Sempre gostei de cozinhar com as crianças;
Em 2007, fiz um Projeto "Gente Fina", de alimentação saudável.
Nesse ano, 2012, foi a vez de aproveitar a dica do Projeto Ler e Escrever;
Como é Mês de Festa Junina, o Projeto Ler e Escrever tem um Projeto chamado "Pé de Moleque".
Nas orientações didáticas, a parte prática do Projeto seria a sugestão de ir para cozinha com a criançada e preparar um prato que eles conhecem.
As fotografias ficaram ruins,pois foram tiradas com celular.
Mas estou esperando chegar a minha máquina digiral (cor de rosa hihi) para tirar  fotografias melhores.
Foi um dia muito gostoso e tive muito auxílio da mãe de um aluno para preparar a receita e de outras mães que contribuíram.
Adoro mãe prestativa.
As mães enviaram caixinhas de gelatina de todos os sabores e compraram creme de leite e leite condensado.
Ficou uma delícia!








Abaixo a receita:

Gelatina colorida
Ingredientes



  • 4 caixas de gelatina (abacaxi, uva, limão, amora) sabores diferentes a gosto
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 gelatina sabor morango

Modo de fazer
  • Prepare a gelatina, na véspera,  de acordo com as instruções da embalagem. Coloque menos água para ficar bem durinha.
  • Misture o creme de leite com o leite condensado e jogue por cima da gelatina cortada em cubos e misturada.
  • Sirva gelado.












Parceria possível: escola e comunidade

COZINHANDO COM AS CRIANÇAS











Adoro cozinhar com a criançada. Em 2007, fiz um Projeto chamado "Gente fina" orientando sobre a alimentação saudável.
Nesse ano, fizemos Gelatina colorida. As mães ajudaram: compraram gelatinas de todos os sabores, creme de leite e leite condensado.
Ficou uma delícia e nos divertimos muito.
Adoro mãezinhas prestativas e colaboradoras. Intensifica a parceria escola comunidade. A todas as mães e especialmente a Dona Áurea, meu muito obrigado.

Receita de Gelatina colorida


  • Faça as gelatinas de vários sabores com um dia de antecedência, de acordo com as instruções na embalagem.Use pouca água para ficarem   durinhas.
  • Bata junto o leite condensado e o creme de leite.
  • Corte a gelatina em pequenos cubos, misture sem dissolver, coloque o creme e o leite condensado por cima.
  • Sirva gelado.