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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Orientações sobre a importância da atividade com nomes próprios

Fevereiro Tempo de trabalhar com nomes

Pois é... além da "querela" dos métodos, termo utilizado por Maria do Rosário Morttati, devemos ter em mente que a nossa Secretaria não vai  aceitar professores alfabetizadores trabalhando somente com a linha teórica do fônico.
Para o início do ano, um poema muito legal para explorar é o poema de Pedro Bandeira, "O nome da gente"

Dá um "google" e vc logo acha ele...

ESTA É A LAÍS, DESENHO FEITO NO PAINT


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Método ou Metodologia? Percursos possíveis

Emília
Fonte:  revistaescola.abril.com






Segundo Artur Morais, as escolas públicas têm fracassado na tentativa de alfabetizar os seus alunos, porque se prenderam a métodos de ensino que, conduzidos de maneira insuficiente ou mal interpretada não surte o efeito desejado;
As caracterizações de métodos “construtivistas” ou “fônicos” de alfabetização, o primeiro, centrado na psicogênese da língua escrita, e o segundo, na conscientização fonológica, como o mais adequado se prende a rigidez de um sistema que oscila de uma Unidade escolar a outra.
Discutem-se métodos e não metodologias.
O prender-se a uma rigidez de métodos de ensino , quando educadores de intitulam “construtivistas”, ou “fonológicos”, em nada favorece alfabetizar com propriedade e com clareza.
Já é lugar comum considerarmos que a maioria dos alfabéticos que a Escola produz são aqueles chamados Analfabetos funcionais.
Termo esse oriundo de outro, alfabetismo funcional, construído na década de 30, nos Estados Unidos.
Sabem escrever, com dificuldade, o seu nome, ler, de forma entrecortada  textos curtos de sílabas simples, mas titubeiam quando colocados em frente a textos mais complexos e se são solicitados a inferir informações do texto, fracassam.
Em relação a Operações matemáticas tais sujeitos não conseguem solucionar as operações mais complexas;
Em relação à alfabetização, como pontua Morais, devemos considerá-la como um sistema de aquisição permanente, e não como um sistema de apropriação da lecto-escrita  fechada e limitada a apenas um método de ensino;
Devemos refletir sobre as  fragilidades do método fônico: a limitação do sujeito em não ser colocado em frente a textos contextualizados, onde é instigado a apropriar-se do objeto (leitura/escrita) e a desenvolver as habilidades pertinentes ao letramento;
Seria interessante observar que o elemento facilitador do método fônico está em  em dotar o aprendiz para a identificação e o reconhecimento de letras e sílabas, em uma seqüência lógica e acessível para que assimile e reconstrua o código da linguagem;
Morais pontua que o principal problema do método construtivista  é o de cuidar em excesso da compreensão metafonológica das palavras e descuidar da diversidade e da particularidade de textos; Percebo também,na prática de sala de aula,  a desimportância que tal método acrescenta as atividades de letramento;
Por outro lado, o ensino com tendência construtivista, negligencia as habilidades metafonólogicas dos educandos, colocando em segundo plano essa reconstrução;
Não garantem um ensino sistemático das correspondências letra-som (p.11);
Entretanto, como afirma Morais, alguns professores alfabetizadores declararam que os seus alunos aprenderam a ler e a escrever apenas em contato com textos.
Posso relatar minha experiência como  professora alfabetizadora, numa classe de Pré III, 1º ano do Ensino Fundamental, em 2006, em contato com o livro didático escrito por Marco Hailer e afirmo que na minha avaliação pessoal e  segundo a sondagem diagnóstica realizada, a maioria foi alfabetizada.
Na época, a minha convicção de recém formada e o aporte das teorias aprendidas com Onaide , Sônia Coelho, Renata Junqueira, professoras doutoras da UNESP de Presidente Prudente, fundamentadas nas teorias e metodologias construtivistas, não encontrei motivos para trabalhar o método fônico, mas me foi sugerida, pela Diretora da Unidade escolar a leitura de CAPOVILLA et all, onde os autores enfatizam o "desserviço" que a implantação das teorias de Ferrero (implantadas de forma equivocada na Rede pública de ensino.) trouxe.Na época, alguns pais transferiram seus filhos e filhas por não considerar válido e suficiente a alfabetização por textos, tendo estranhamento inclusive com  a palavra letramento e essa educação inovadora que me trouxe o aporte teórico do Curso de Pedagogia foi objeto de  resistência;
Alguns alunos encontraram dificuldades na classe posterior, pois se depararam com um trabalho mais tradicionalista.
Hoje, após sete anos de jornada, não subestimo o valor do método fônico e procuro utilizar metodologias que se adequem aos meus aprendizes.
Não me esqueço que eu também sou aprendiz .

Segundo Morais...
“Não existe nenhuma oposição em alfabetizar e letrar ao mesmo tempo. Para não
promover exclusão, o ideal é aliar um ensino sistemático da notação alfabética com
a vivência cotidiana de práticas letradas, que permitam ao estudante se apropriar das
características e finalidades dos gêneros escritos que circulam socialmente. “

Fonte:
CONCEPÇÕES E METODOLOGIAS DE ALFABETIZAÇÃO : 
POR QUE É PRECISO IR ALÉM DA DISCUSSÃO SOBRE VELHOS
“MÉTODOS”?

 
Artur Gomes de Morais
UFPE – Centro de Educação e CEEL - Centro de Estudos em Educação e Linguagem;





domingo, 1 de janeiro de 2012

A sondagem dos números


Sondagem Inicial


NÚMEROS
ü Para iniciar a sondagem numérica, o importante é ter em mente que as crianças não devem se sentir pressionadas em mostrar resultados positivos, de conhecimento;
ü A avaliação inicial possibilita que você avalie o que sabe a criança, para planejar suas aulas;
ü Para isso acontecer, o clima deve ser de muita tranqüilidade, pois algumas crianças se recusam a escrever com medo de estarem  sendo avaliadas e subseqüentemente receberem punição por fazerem errado;


A sondagem inicial deve contar com números que obedeçam as classificações:
  • .       Familiares: 2010 e 2011,número da casa que a criança mora, etc;
  • .       Números de uso freqüente, presente em cédulas, notas e moedas: (5 é um marco);
  •       Transparentes: números que são fáceis de ler: 16 (10+6);