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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Fernando Collor, Dilma Roussef , Cid Gomes e o Brasil carinhoso



A Presidente Dilma Roussef através de manobras políticas e a sua base aliada conseguiu  adiar a proposta de impeachament , ou o impedimento que serve para que a atual governante do país seja destituída do seu cargo.
Para muitos que pensam a Política no país, Dilma Roussef serve apenas como testa de ferro para que seu pretenso criador, o Luis Inácio Lula da Silva continue a manobrar e a interferir na máquina pública.
Por uma questão moral e de sobrevivência do oprimido, a imagem acima pretende demonstrar a falácia de tantos discursos e de políticas públicas para que o principal índice do Brasil passe por uma reforma que coloque a Educação dos desfavorecidos no rumo certo e que possamos evoluir através do enfrentamento da realidade: que se ensine e se prepare os brasileiros para que assumam a sua própria vida com autonomia, através do estudo e do trabalho.
Duro contraste com a realidade do Brasil, muitas vezes recortada de lugares como a Cracolândia ou até mesmo nas avenidas de São Paulo, nos sinais e nas calçadas, onde tantas crianças esmoleres imploram por continuar sua trágica vida.
O golpe de Estado, já desenhado e tendo como titular Eduardo Cunha, Presidente da Câmara dos deputados que também já demonstrou ser mais um ídolo com pés de barro, pelas denúncias levantadas contra ele, está longe de ser uma realidade.
Existe uma forma de entender o que acontece ao refletir que sobre a própria Presidente não há um fato relevante e incriminador que a deponha: todas as notícias envolvendo lavagem de dinheiro e outras maracutaias  envolvem pessoas que estão sendo destituídas de seu cargo , o que significa dizer que se Dilma administra o Governo não pode ser culpada, hipoteticamente,  diretamente dos atos ilícitos que envolvem sua equipe de Governo.
Em relação a Cid Gomes, com suas declarações fortes, já se sabe o que aconteceu: é um ex-ministro da Educação.
Para os brasileiros que votam não há muita esperança: se até Lula, ex-desfavorecido, que conheceu de perto a miséria da vida, não conseguiu manter por muito tempo a capacidade de governar sem se deixar enlouquecer pelo poder, e esqueceu que aquela criança marginalizada e oprimida depende das suas decisões em relação a Saúde e a educação, qual esperança que temos para considerar elegíveis   os candidatos que se apresentarão como tal?
O Brasil carinhoso, título conferido por uma presidente que saudou até a mandioca, está longe de ser carinhoso, e se eu sou obrigada a escrever essas imbecilidades, não posso ser culpada por isso, já que são os reflexos do ambiente que me cerca.
Muito desânimo para o ano de 2016, não tanto  por causa do fator econômico e da alta do dólar, mas sim para acontecimentos que são: A extração de nióbio de forma irregular, a farsa dos ianomanis ,  o desperdício e a posse indevida do dinheiro do pré sal ( ninguém fala mais dele), as maracutaias e o derramamento de dinheiro que irá acontecer com a Olímpiada de 2016, e todas essas tragicomédias que se desenham no mapa  histórico do Brasil.


FELIZ COLONIZAÇÃO NOVA COM A BANALIZAÇÃO DO MAL