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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Deus escreve certo por linhas tortas

Alô bibliotecários e bibliotecárias do meu Brasil varonil!!!!!!

Jamais podia imaginar que os meus planos seriam modificados por decisões que me escapam aos sentidos.Mas de qualquer forma, eu estou bem aqui na Biblioteca. Revisando as minhas leituras e reencontrando Ziraldo, com um novo olhar sobre a Obra dele.
O menino maluquinho, a professora maluquinha e claro, o objetivo da minha estada na Educação: as crianças.
Conhecendo pessoas novas e educadas, que me inspiram uma nova fé no ser humano.
Ano que vem, quem sabe, eu prefira ficar na Biblioteca e escrever o tão sonhado e almejado livro, ou terminar aqueles que eu comecei.
Mas de qualquer forma, Feliz Natal e Feliz Livro Novo!!!
No momento, escrevo rascunhos do Projeto para PG de Psicologia.

Feliz Ano Novo e Feliz Livro novo!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Escolas de Cândido Mota, aí vou eu!!!!!!!!!!!!

PASSSSSSSSSSSSSSSSSEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIII

Na casca, como Rubinho Pé de chinelo!!!

Oh, ninguém me ama, ninguém me quer

Enquanto isso, na biblioteca...

Patrícia acontece sem sentido...
Quedê a professora?

sábado, 14 de novembro de 2009

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

Diagnóstico de Leitura e escrita em classes em Alfabetização

Como fazer um diagnóstico de hipóteses de escrita na alfabetização inicial, desde o ditado, passando pela triagem e entrevista individual até a análise da escrita.


Fonte: Nova Escola, You Tube, Alfabetização



A sondagem ou diagnóstico serve para conhecer o que a criança sabe e o que ela não sabe sobre a escrita.


Assim, o professor pode planejar as atividades de escrita e de leitura que vai realizar com a sua turma para que elas estejam de acordo com a realidade dos seus alunos.

Recomenda-se que ele comece com uma palavra polissílaba, depois uma trissílaba, uma dissílaba e uma monossílaba.

A palavra monossílaba deve vir por último, pois de acordo com Regina Scarpa, coordenadora da FVC, a palavra monossílaba gera um conflito muito grande na criança não alfabética, pois o recurso utilizado por estas crianças é escrever palavras com três letras.Devem ser palavras que estejam em um mesmo campo semântico, para que a criança fique mais localizada em relação ao que está sendo ditado.

È importante ditar uma frase que tenha uma das palavras do ditado, para verificar se houve identidade nas escritas.

Posteriormente, o docente deve dar uma atividade diversificada para as crianças para que ele possa fazer uma triagem do que foi produzido, ali mesmo na sala de aula.

Ele ou ela vai fazer uma separação de atividades que não contemplaram o nível de alfabetização previsto e vai orientar de forma individual as crianças que estão em transição de hipóteses.

A criança vai ler a palavra e apontar com o dedo onde está escrito o que está lendo.

Tal atividade vai dar um suporte para direcionamento das atividades que serão desenvolvidas com as crianças, a posteriori.

Conhecer as hipóteses de escrita das crianças, os professores podem formar grupos de forma criteriosa.

Na Rede Pública de Ensino de Assis, a orientação dada pelas supervisoras é não corrigir as aividades das crianças em pelna sala de aula durante o período de ensino.

Nesse ponto, é divergente essa orientação, pois se a criança está trabalhando o conteúdo, é oportuno que seja revista e reordenada a atividade naquele momento.

Scarpa (2009), orienta que não são todas as crianças que serão chamadas a mesa para entrevista individual.

Somente aquelas que estão em uma hipótese não alfabética.

Refletindo sobre esses pressupostos, é interessante planejar uma atividade que contemple todas essas orientações.

Alfabetização / Concurso de Cândido Mota

Alfabetização

Telma Weisz e Nova Escola

sábado, 7 de novembro de 2009

O equívoco do professor americano e Paulo Freire

Um americano declarou em uma entrevista para a “Folha de São Paulo” que o professor e a professora brasileiros não sabem ensinar.
Entre outras coisas, disse que o educador brasileiro foca muito a sua referência em Paulo Freire, com menosprezo.
Ora, ele não conhece o contexto brasileiro da Educação.
Nesse vídeo abaixo, Paulo Freire relata sobre um aluno Joaquim que se levantou e escreveu a palavra Nina no quadro negro.
Depois da escrita, gargalhou nervosamente.
__ O que está se passando com você?__ O educador perguntou.
__ Puxa, Nina é o nome da minha mulher.
Para Freire, essa afirmação demonstrou a expressão da libertação, um alívio centenário: como se séculos de ignorância tivessem sido retirados dos ombros desse homem que escreveu a palavra Nina.
O educador sentiu o gosto da luta para superar o obstáculo.
E isso foi muito importante e muito bonito.










Emília Ferrero

Professor Toninja , esse manja!!!

Um jeito arretado de ensinar Log

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terça-feira, 3 de novembro de 2009