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domingo, 24 de janeiro de 2010

Ciência objetiva e vontade subjetiva

Ciência objetiva e vontade subjetiva





Os livros de auto-ajuda não são considerados sérios, pois padecem de provas ditas científicas para afirmar o que trazem em seu bojo e em seu contexto.
A ciência é ela, mesma, produto da ação humana. O mito da Caverna de Platão é uma base profundamente subjetiva para mostrar o embate que a criatura humana trava para se libertar da sua inferioridade.
Todas as ações humanas objetivas e subjetivas repousam sobre o esforço da vontade humana.
Um esforço passivo é o resultado de um esforço ativo, baseado na apetência, segundo Atkinson.
Apetência é a capacidade que um organismo tem de atrair aquilo que ele gosta.
A acessibilidade da mente para a vontade deve ser aumentada para uma prática dirigida. Não é imbecilidade saturar a mente de pensamentos positivos, pois ela é um instrumento a serviço de nossa vontade.
Os livros de auto-ajuda “funcionam” para algumas pessoas por obediência a esse princípio.
Treinar a mente é fazê-la entrar em contato através da absorção e prática para e de um poder interior. John Dewey diria que a mente teria a potência de milhares de cavalos correndo por um pódio.
A vontade é forte o suficiente, mas a mente deve ser treinada para reconhecer e resgatar as vibrações do Poder superior.
O campo psíquico do Planeta também é contaminado por formas inferiores de projeção e práticas da vontade humana: ou seja, há muito ódio, desunião e sentimento de guerra.
A verdadeira mulher dentro de si mesma é a mestra, por isso nesse estágio já se baniu o medo e opera com toda a capacidade.
Tal informação abre espaço para que se estude aquilo que algumas tendências apregoam: a anulação do eu para que possamos viver em comunhão.
Quando ocorre a anulação do “eu”, ocorre também a anulação da vontade.
O que chamamos de “vontade” é o instrumento do Eu.
È necessário dominar o eu inferior. Pois é um absurdo uma criatura humana, escrava das suas paixões e desejos animais apregoar a liberdade, se ela mesma não aprendeu e praticou a própria liberdade.









Objective science and subjective will

The books of self-help are not considered serious, as suffering from so-called scientific evidence to say what they bring in its wake and in its context.


Science is she, it, the product of human action. The myth of Plato's Cave is a deeply subjective basis to show the struggle that the human lock to break free of their inferiority.

All human actions objective and subjective rest on the effort of human will.

An effort liability is the result of an active effort, based on appetite, according to Atkinson.

Desire is the ability of an organism has to draw what he likes.

The accessibility of mind to the will must be increased to a practice run. Not stupidity saturate the mind with positive thoughts, because it is an instrument in the service of our will.

The books of self-help "work" for some people in obedience to that principle.

Training the mind is to make it come into contact through the absorption and circulation to and from an inner power. John Dewey would say that the mind would have the power of thousands of horses running for a podium.

The will is strong enough, but the mind must be trained to recognize and rescue the vibrations of the Higher Power.

The psychic field of the planet is also contaminated by lower forms of projection and practices of human will: that is, there is much hatred, disunity and feeling of war.

The real woman in itself is the master, so this stage has already banned the fear and operates at full capacity.

Such information makes room for one to study what some preach trends: the cancellation of the self so that we can live in communion.

When do you set aside the "I" is also the annulment of the will.

What we call "will" is the instrument of the Self

It is necessary to master the lower self. For it is absurd to a human, a slave of his passions and animal desires proclaim liberty, if she herself has not learned and practiced their own freedom.