quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO INÍCIO DO ANO


Planejamento de aulas para o 2º Ano


FEVEREIRO
DINÂMICA DO INÍCIO DE ANO
MATERIAL: BARBANTE


·         O QUE FAZER: 

  • DAR A CADA CRIANÇA UM PEDAÇO DE BARBANTE E PEDIR QUE CADA UM FAÇA UMA FIGURA QUE DESEJAR COM O PEDAÇO DE BARBANTE


  • DEPOIS, PEDIR QUE AMARREM UM PEDAÇO DE BARBANTE NO OUTRO ATÉ JUNTAR OS PEDAÇOS.
    PROPOR QUE SE FAÇA UM GRANDE DESENHO COM O BARBANTE UNIDO;   
      EXISTE TAMBÉM A ATIVIDADE DO DESENHO COLETIVO; A PROFESSORA DISTRIBUI PELA CLASSE POTES COM LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA, CANETINHAS;      DEPOIS, FIXA UM PEDAÇO GRANDE DE CARTOLINA, PODE SER DUAS OU TRÊS CARTOLINAS UNIDAS  OU UM PEDAÇO DE PAPEL PARDO E INICIA O DESENHO;    PEDIR PARA CADA ALUNO FAZER UMA CONTRIBUIÇÃO PARA COMPOR O DESENHO;
OBJETIVOS                       
·         TRABALHAR A COOPERAÇÃO, A PARCERIA, A CRIATIVIDADE, A PACIÊNCIA;
·         PROPICIAR INTERAÇÃO E AUTOCONHECIMENTO;
Primeira semana de Fevereiro
Sondagens para conhecer o que os alunos sabem
MATERIAL ESCOLAR
LAPISEIRA
CADERNO
COLA
GIZ
O MENINO TEM UMA COLA
MARIPOSA
GIRAFA
SAPO
RÃ
O SAPO FOI PARA A LAGOA
Atividade iniciaL
·         EXPLORAÇÃO DA ESCRITA DOS NOMES
·         1-DAR A CADA CRIANÇA UM CRACHÁ COM O SEU NOME;
·        2- PEDIR QUE FAÇAM LEITURA SILENCIOSA DOS NOMES;
·         3-LOCALIZAR OS NOMES NA LISTA;
·        4- TROCAR O CRACHÁ COM O COLEGA E FAZER A MESMA ATIVIDADE
·       5-  LER O ALFABETO E PEDIR QUE AS CRIANÇAS ORALMENTE, ORGANIZEM OS NOMES EM ORDEM ALFABÉTICA;
·        6- DAR UMA FICHA COM O PRIMEIRO NOME DA CRIANÇA ESCRITO; 
PEDIR QUE , LOCALIZE, FIXADA NA PAREDE OU NA LOUSA DE RECADOS UMA FIGURA QUE COMECE COM A PRIMEIRA LETRA DO SEU NOME:




domingo, 24 de janeiro de 2010

Ciência objetiva e vontade subjetiva

Ciência objetiva e vontade subjetiva





Os livros de auto-ajuda não são considerados sérios, pois padecem de provas ditas científicas para afirmar o que trazem em seu bojo e em seu contexto.
A ciência é ela, mesma, produto da ação humana. O mito da Caverna de Platão é uma base profundamente subjetiva para mostrar o embate que a criatura humana trava para se libertar da sua inferioridade.
Todas as ações humanas objetivas e subjetivas repousam sobre o esforço da vontade humana.
Um esforço passivo é o resultado de um esforço ativo, baseado na apetência, segundo Atkinson.
Apetência é a capacidade que um organismo tem de atrair aquilo que ele gosta.
A acessibilidade da mente para a vontade deve ser aumentada para uma prática dirigida. Não é imbecilidade saturar a mente de pensamentos positivos, pois ela é um instrumento a serviço de nossa vontade.
Os livros de auto-ajuda “funcionam” para algumas pessoas por obediência a esse princípio.
Treinar a mente é fazê-la entrar em contato através da absorção e prática para e de um poder interior. John Dewey diria que a mente teria a potência de milhares de cavalos correndo por um pódio.
A vontade é forte o suficiente, mas a mente deve ser treinada para reconhecer e resgatar as vibrações do Poder superior.
O campo psíquico do Planeta também é contaminado por formas inferiores de projeção e práticas da vontade humana: ou seja, há muito ódio, desunião e sentimento de guerra.
A verdadeira mulher dentro de si mesma é a mestra, por isso nesse estágio já se baniu o medo e opera com toda a capacidade.
Tal informação abre espaço para que se estude aquilo que algumas tendências apregoam: a anulação do eu para que possamos viver em comunhão.
Quando ocorre a anulação do “eu”, ocorre também a anulação da vontade.
O que chamamos de “vontade” é o instrumento do Eu.
È necessário dominar o eu inferior. Pois é um absurdo uma criatura humana, escrava das suas paixões e desejos animais apregoar a liberdade, se ela mesma não aprendeu e praticou a própria liberdade.









Objective science and subjective will

The books of self-help are not considered serious, as suffering from so-called scientific evidence to say what they bring in its wake and in its context.


Science is she, it, the product of human action. The myth of Plato's Cave is a deeply subjective basis to show the struggle that the human lock to break free of their inferiority.

All human actions objective and subjective rest on the effort of human will.

An effort liability is the result of an active effort, based on appetite, according to Atkinson.

Desire is the ability of an organism has to draw what he likes.

The accessibility of mind to the will must be increased to a practice run. Not stupidity saturate the mind with positive thoughts, because it is an instrument in the service of our will.

The books of self-help "work" for some people in obedience to that principle.

Training the mind is to make it come into contact through the absorption and circulation to and from an inner power. John Dewey would say that the mind would have the power of thousands of horses running for a podium.

The will is strong enough, but the mind must be trained to recognize and rescue the vibrations of the Higher Power.

The psychic field of the planet is also contaminated by lower forms of projection and practices of human will: that is, there is much hatred, disunity and feeling of war.

The real woman in itself is the master, so this stage has already banned the fear and operates at full capacity.

Such information makes room for one to study what some preach trends: the cancellation of the self so that we can live in communion.

When do you set aside the "I" is also the annulment of the will.

What we call "will" is the instrument of the Self

It is necessary to master the lower self. For it is absurd to a human, a slave of his passions and animal desires proclaim liberty, if she herself has not learned and practiced their own freedom.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ler e Escrever Orientações sobre o trabalho de Alfabetização

A História de Chapeuzinho vermelho




Trabalhar na oralidade



• Descrição de alguns personagens;

• Relação entre os personagens;

• Motivação e intenção dos personagens em relação ao desenvolvimento da Trama.

• Impressões e sentimentos que o texto despertou no primeiro momento;


domingo, 8 de novembro de 2009

Diagnóstico de Leitura e escrita em classes em Alfabetização

Como fazer um diagnóstico de hipóteses de escrita na alfabetização inicial, desde o ditado, passando pela triagem e entrevista individual até a análise da escrita.


Fonte: Nova Escola, You Tube, Alfabetização



A sondagem ou diagnóstico serve para conhecer o que a criança sabe e o que ela não sabe sobre a escrita.


Assim, o professor pode planejar as atividades de escrita e de leitura que vai realizar com a sua turma para que elas estejam de acordo com a realidade dos seus alunos.

Recomenda-se que ele comece com uma palavra polissílaba, depois uma trissílaba, uma dissílaba e uma monossílaba.

A palavra monossílaba deve vir por último, pois de acordo com Regina Scarpa, coordenadora da FVC, a palavra monossílaba gera um conflito muito grande na criança não alfabética, pois o recurso utilizado por estas crianças é escrever palavras com três letras.Devem ser palavras que estejam em um mesmo campo semântico, para que a criança fique mais localizada em relação ao que está sendo ditado.

È importante ditar uma frase que tenha uma das palavras do ditado, para verificar se houve identidade nas escritas.

Posteriormente, o docente deve dar uma atividade diversificada para as crianças para que ele possa fazer uma triagem do que foi produzido, ali mesmo na sala de aula.

Ele ou ela vai fazer uma separação de atividades que não contemplaram o nível de alfabetização previsto e vai orientar de forma individual as crianças que estão em transição de hipóteses.

A criança vai ler a palavra e apontar com o dedo onde está escrito o que está lendo.

Tal atividade vai dar um suporte para direcionamento das atividades que serão desenvolvidas com as crianças, a posteriori.

Conhecer as hipóteses de escrita das crianças, os professores podem formar grupos de forma criteriosa.

Na Rede Pública de Ensino de Assis, a orientação dada pelas supervisoras é não corrigir as aividades das crianças em pelna sala de aula durante o período de ensino.

Nesse ponto, é divergente essa orientação, pois se a criança está trabalhando o conteúdo, é oportuno que seja revista e reordenada a atividade naquele momento.

Scarpa (2009), orienta que não são todas as crianças que serão chamadas a mesa para entrevista individual.

Somente aquelas que estão em uma hipótese não alfabética.

Refletindo sobre esses pressupostos, é interessante planejar uma atividade que contemple todas essas orientações.

Alfabetização / Concurso de Cândido Mota

Alfabetização